Carreira profissional: como ser promovido fazendo uma pós-graduação?

Tempo de leitura: 6 min

Progredir na carreira profissional depende de uma formação sólida e de uma leitura correta do mercado de trabalho. Isso significa investir em conhecimento mesmo depois da graduação, que já não é um diferencial, pelo menos nos cargos acima dos gerenciais.

A valorização da pós-graduação é comprovada na 54ª edição da Pesquisa Salarial, conduzida pelo portal de empregos Catho. No levantamento, feito em janeiro de 2018, foi apurado que quem tem pós, mestrado ou doutorado pode ganhar até 53,7% a mais.

Assim sendo, e perante um mercado extremamente volátil e exigente, é preciso adquirir bagagem profissional e reunir um conjunto de qualidades igualmente desejadas. Veja, na sequência, quais são e de que forma elas vão te ajudar a avançar na carreira.

Ser proativo

Você já deve ter ouvido falar ou lido algum artigo sobre o Vuca world, certo? O termo, cuja autoria é creditada aos militares norte-americanos, é um acrônimo que remete a uma sociedade cada vez mais Volátil, Incerta, Complexa e Ambígua. E o que isso tem a ver com a sua carreira profissional?

O principal impacto que um mundo organizado — ou não — nesses moldes provoca é que toda e qualquer certeza tende a ser pulverizada em muito pouco tempo. Isso gera dificuldades para as empresas e gestores, cujo planejamento é diretamente afetado.

Assim, em um cenário quase caótico, não dá mais para ser apenas reativo às mudanças. Não por acaso, uma das qualidades que as empresas buscam, em certos casos como requisito indispensável, é a proatividade.

Para gestores, ser proativo significa desenvolver a capacidade de tomar decisões adequadas às circunstâncias. Portanto, é necessário também desenvolver a resiliência e a coragem, afinal, se tem uma coisa que não se pode ter neste mundo volátil são as garantias.

Desenvolver novas habilidades

Além das influências do Vuca world, o contexto empresarial também é fortemente impactado por novos modelos de negócios. Entre eles, destaca-se o conceito de inovação disruptiva, que, em linhas gerais, pode ser apontado como a inovação do ato de inovar.

Isso quer dizer que a velha noção de que somente o desenvolvimento tecnológico e a pesquisa acadêmica impulsionam uma economia já não é válida. Pelo menos, não pode mais ser apontada como único fator de crescimento.

Além dos investimentos em formação, é necessário agregar diferentes tipos de habilidades — quanto mais “excêntricas”, melhor. Não se esqueça, estamos em um mundo complexo e ambíguo, em que o significado das coisas muda rápido demais.

Para sobreviver nesse contexto, você deverá agregar conhecimento e, além disso, desenvolver plasticidade intelectual para conseguir respostas criativas em situações complexas.

Saber se relacionar

Por mais que as coisas mudem muito rapidamente em tempos de incertezas, outras continuam relativamente iguais. Uma delas é que empresas são compostas por pessoas controlando máquinas, equipamentos e instalações, e não o contrário.

Embora a competência seja sempre o fator número um para determinar o quanto sua carreira vai avançar, é verdade que, sozinho, ninguém é promovido. Veja, não se trata de bajulação ou adotar estratégias antiéticas, mas de ser visto pelas pessoas certas da forma certa.

Para isso, não há caminho que não seja a construção de relacionamentos verdadeiros, baseados na cooperação e na confiança. Essa forma de se relacionar também tem tudo a ver com uma cultura empresarial mais voltada para a colaboração.

Mudar o seu mindset

Já que citamos a colaboração como característica marcante das empresas mais modernas, vale destacar que a cultura colaborativa se relaciona com uma mudança total de mindset. O termo, que pode ser traduzido como “configuração mental”, diz respeito a certos padrões e condicionamentos que influenciam comportamentos e decisões.

Por exemplo, no mindset tradicional de organização de empresas, temos decisões pautadas sempre pela aprovação de superiores hierárquicos. Já no mindset colaborativo, vale mais a busca por opiniões diversas e o estímulo ao debate.

Não é por acaso que empresas como a Bliive vêm prosperando, afinal, seu nicho de negócios se baseia no compartilhamento, e não na competição. Essa forma disruptiva de oferecer serviços, inclusive, catapultou sua idealizadora, Lorrana Scarpioni, a um seletíssimo grupo.

Ela tornou-se a mais jovem brasileira a integrar a lista dos 10 mais inovadores com menos de 35 anos. Elaborada pelo renomado MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, caracteriza-se, ainda, pela pouca presença feminina. Além de Luciana, apenas mais uma empresária faz parte da lista.

Aliar teoria e prática

A verdade é que, por mais que o mercado exija uma postura que valorize ações práticas, sem uma base teórica, a capacidade de inovar e de decidir fica limitada. Imagine, por exemplo, que sua empresa planeja expandir suas operações para um outro país. Será que apenas os números das pesquisas e dados demográficos bastariam para apontar possíveis nuances de um mercado totalmente desconhecido?

Isso significa que, quanto mais base teórica e cultura você tiver, mais preciso se torna o conhecimento prático adquirido com o tempo. Conhecimento é o ativo mais valioso por um simples motivo: uma vez que ele é assimilado, ninguém o retira de você.

Ser holístico e agregador

Não dá mais para projetar o sucesso na carreira ou ser reconhecido como líder sem considerar que, hoje, não existe mais distinção entre vida pessoal e trabalho. Em outras palavras, todo avanço profissional que vem depois de investir em pós-graduação só se consolida quando você entende que trabalho e qualidade de vida caminham juntos.

Exemplos no mercado não faltam para ilustrar que essa é uma combinação extremamente bem-sucedida e que gera ótimos resultados. Entre os mais emblemáticos, temos o Google e o Facebook, com suas estações de trabalho de visual despojado e mimos como videogame para seus colaboradores.

São iniciativas questionáveis? Podem ser. O que parece certo é que elas refletem um conceito muito ligado à integração entre vida pessoal e trabalho. Cada vez mais em voga, essa visão agregadora vem provocando mudanças para melhor.

O importante é que você se mantenha em constante aperfeiçoamento, começando por investir em formação depois de se graduar. A partir disso, não deixe de investir também no seu crescimento como ser humano, e o reconhecimento na carreira profissional não tardará.

O primeiro passo em direção ao crescimento, você pode dar agora. Faça contato e conheça os diferenciais da pós-graduação da UCL!

 

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